Concorrentes ás “autárquicas” reconhecem transparência no processo de inscrição

Os partidos políticos, coligações de partidos políticos e grupos de cidadãos eleitores partilham o mesmo sentimento, de que o processo de inscrições para as eleições de 20 de Novembro próximo foi transparente.

Segundo Raul Domingos, Presidente do Partido para a Paz Democracia e Desenvolvimento (PDD), “a CNE deu um passo significativo na promoção da transparência. A verificação conjunta garante que efectivamente haja transparência e assim haverá poucas situações conflituosas”.

Igualmente, João Namua, mandatário do Partido Socio-liberal (SOL), apesar de a sua inscrição não ter sido aceite por insuficiência documental, alinhou pelo mesmo diapasão, ao afirmar que a verificação dos documentos antes da aceitação da inscrição é um acto que veio trazer mais transparência ao processo.

“Houve uma falha de procedimentos da nossa parte. A CNE foi didática e usou-se da lei para reprovar a nossa candidatura” , reconheceu.

Refira-se que terminado o processo de inscrições segue-se a fase de apreciação jurídica dos documentos apresentados para verificação da autentidade dos mesmos e posterior provação.

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