Nampula: STAE diz que foi o ‘pior’ processo de todos os tempos

A directora provincial do STAE em Nampula, Isabel Tirano, considera que apesar do alcance de resultados de recenseamento, que globalmente rondam os 75 por cento em todos os sete municípios, o processo em si, foi um dos “piores e de dor de cabeça”, comparativamente aos anteriores.

Nas sete autarquias da província de Nampula, previa-se registar um pouco mais de 600 mil potenciais eleitores.

Para Tirano, as causas que contribuíram para o não alcance das metas estão ligadas à chegada tardia do equipamento de registo, o que condicionou a alocação pelos postos de recenseamento, avarias constantes de alguns computadores, aliada à incompatibilidade das impressoras.

A falta de domínio no manuseamento do equipamento informático por parte dos brigadistas ao longo das duas primeiras semanas do processo, foi arrolado por Tirano, que reconheceu que tal contribuiu para desmotivar os cidadãos.

Tirano disse ainda que face a esta situação foram tomadas algumas medidas para minimizar os problemas, uma das quais foi a alocação de mais meios informáticos, com vista a reforçar o funcionamento das brigadas.

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