CIP e @Verdade parceiros na cobertura eleitoral

O Centro de Integridade Pública (CIP) e o Jornal @Verdade assinaram, nesta Quarta-feira, dia 30 de Janeiro, um memorando de entendimento com vista a estabelecer sinergias institucionais para uma cobertura abrangente das eleições autárquicas que devem acontecer em 2013 em Moçambique.

O acordo foi celebrado pelos respectivos directores gerais, Adriano Nuvunga e Erik Charas.

A parceria entre ambos visa proporcionar, por um lado, uma monitoria abrangente e eficaz do processo eleitoral autárquico pelo CIP em conjugação de esforços com o Jornal @Verdade em prol de um processo eleitoral livre, transparente e justo .

Refira-se, contudo, que a rede de jornalistas do CIP vai trabalhar em articulação com a rede de correspondentes populares do @Verdade, nos 43 municípios onde deverão decorrer eleições autárquicas de 2013.

Tendo, portanto, em conta que o CIP é um actor com créditos firmados na cobertura eleitoral, mas com limitada capacidade para cobrir todo o território nacional e que o Jornal @Verdade está a aumentar a presença nos municípios foi firmada esta parceria que se traduzirá no estabelecimento e gestão conjunta duma Redacção que fará a cobertura dos vários momentos que devem marcar o pleito eleitoral, que ainda não tem data marcada.

Após o acto formal o director do CIP, Adriano Nuvunga, fez saber que “a parceria vai contribuir para um trabalho de observação pujante e eficaz do processo eleitoral”, mas que encerra “desafios” aos quais “os parceiros darão resposta adequada”.

Por seu turno, Erik Charas, Director Geral do Jornal @Verdade, pensa que “a importância dos cidadãos não pode ser menosprezada na monitoria de qualquer processo eleitoral. Este acordo serve para potencializar os nossos níveis de cidadania activa”.

Charas disse ainda que espera que o trabalho do @Verdade e o CIP sirvam para gerar cidadãos “firmes e que actuam de forma a salvaguardar a verdade das urnas”. “Os moçambicanos precisam de sentir que vivem numa sociedade em que a liberdade não é uma palavra vã”, concluiu.

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